segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Que "Giro"...


Compromissos profissionais de um dos "membros" do bike-gang motivaram alterações de última hora nos planos delineados para o fim-de-semana. Trocámos a Galé (e o pato) por Évora (e panados “pré-fabricados”). No sábado, a meio da manhã rumámos a Arraiolos (via Igrejinha). O tempo estava bastante nublado e fresco, óptimo para estas andanças. Não fosse um furo (reparado com uma certa dificuldade por três homens de barba rija e sem a ajuda do único elemento feminino do pelotão! As fotos não enganam: fomos grandes!) o troço até ao paredão “vintage” da barragem do Divor tinha corrido irrepreensivelmente. E lá foi agendado mais um mega-evento: pescaria com direito a pique-nique e churrascada associada. Iniciámos a etapa até Arraiolos por volta das 14h30m: percurso sempre plano apenas pontuado por uma subida de grau 7/10 à chegada à cidade. Almoçámos na praça principal, uns panados de qualidade duvidosa por 3,5 euros. Para fazer esquecer o repasto decidimos tomar um café na esplanada da Pousada de Arraiolos. Os 2,5 euros melhor empregues do dia. Pelo meio uma gorja de 30 euros que um “Avec” deu no fim de um almoço de “charme” que ofereceu ao seu engate. A meio da tarde arrancámos para Évora. Ao chegar dos 52,3km, tempo para o merecido banho precedido do inevitável gin tónico (aviso importante: só carburamos a Bombay). À noite, jantar no incontornável São Luis e concerto no Harmonia sempre na companhia eclética de um taxista angolano, um canalizador de esquerda e uma bailarina de varão brasileira. Fugaz passagem no Celeiros para um tributo ao “Phil Mendrix” e (ainda) mais tarde o desejado slide-show não editado (remember that butt?) da bike-trip de férias.

No dia seguinte, cafezinho no NAD Design e exposição do Bacon na Fundação. O inevitável furo ((!$%(!#$!) e tempo para o primeiro lugar do pódio. Partimos finalmente pela “fresca” para Guadalupe (via Valverde). Fizemos uma paragem técnica na fonte da Mitra. A caminho de Guadalupe a Pipa gripou (especulou-se se a causa teria sido consequente da escolha da fralda para a etapa). Abortagem à conquista dos Almendres depois de um perfil mal calculado. Seguimos para Évora por volta das 14h30m, em busca de um tasco. A trip acabou abruptamente após o terceiro furo, já na “Barraca de Pau”. No fim: mais 30Km a juntar aos 53Km do dia anterior, lanche no Molhó Bico, promessas de futuros giros alentejanos e mais uma derrota (injusta) do Sporting (no primeiro grande derby do Moinho).

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